k-Plan TUS suppresses EEG ERP VEPs
k-Plan TUS suppresses EEG ERP VEPs
Ultrassom guiado por fMRI Modulação Localizada Medível Repetível
Neuromodulação em tempo real - um passo prático rumo ao closed-loop
Artigo:
Comentários BrainLatam - Consciência em Primeira Pessoa:
Eu leio este artigo como uma tentativa honesta de responder uma pergunta simples:
“O ultrassom está mudando o cérebro na hora… ou eu só estou vendo efeitos colaterais (som, vibração, susto) que parecem ‘estimulação’?”
A estratégia deles é elegante: usar o córtex visual, porque ele é organizado por lados. Se eu mexo no visual esquerdo, o efeito mais convincente aparece no campo visual direito (contralateral). Se o efeito fosse só “barulho no corpo”, eu esperaria algo mais espalhado, menos lateralizado.
O que eles fizeram (do jeito que eu enxergo)
Estimularam com k-Plan TUS um lado do córtex visual inicial (guiado por fMRI), em 19 pessoas.
Mostraram checkerboards no campo visual esquerdo ou direito e mediram VEPs.
O TUS entrava em metade dos trials, aleatório, então dá pra comparar eu comigo mesmo (controle forte).
Também fizeram modelagem / estimativa de “engajamento do alvo” (quanto do foco acústico realmente pegou o alvo, levando em conta diferenças de crânio).

TUS suppresses EEG ERP VEPs
O que aparece como resultado (sem poesia)
O padrão principal é:
Os VEPs diminuem quando o estímulo visual está no campo contralateral ao lado estimulado.
Não aparece a mesma supressão do lado “errado” (ipsilateral), o que ajuda a separar de confounds periféricos.
E tem um detalhe que eu considero “pé no chão”:
Quanto maior o engajamento/dose no alvo, maior a supressão observada. Isso soa como relação dose → efeito, e não como “efeito placebo do barulho”.
O que eu sinto que o artigo realmente entrega
Eu não saio daqui pensando “ultrassom é milagre”.
Eu saio pensando:
“Eles acharam um jeito convincente de mostrar efeito online e espacialmente específico, usando a topografia do cérebro como controle.”
Isso é útil porque o campo de TUS vive brigando com a dúvida: “foi cérebro ou foi ouvido/pele?”. Aqui, o desenho experimental reduz essa dúvida.
O que ainda fica aberto (e eu não finjo que fechou)
Isso é modulação de VEP. Eu ainda quero ver mais ponte com percepção/comportamento (o que a pessoa nota? melhora? piora? em quais tarefas?).
Diferença de crânio e acoplamento parecem importar bastante (eles mesmos modelam isso), então personalização pode ser chave.
E eu ainda quero ver mais sobre reprodutibilidade e “janela de segurança/parâmetros” em diferentes laboratórios (o campo está caminhando nisso).
Três perguntas BrainLatam 2026 (pra virar próximo post/experimento)
Se eu mudar a tarefa visual (mais atenção, menos atenção), essa supressão do VEP continua igual ou depende do estado?
Se eu medir pupila/HRV junto, eu separo melhor “carga / alerta” de “efeito neural local”?
Dá pra repetir o mesmo truque topográfico em outras áreas (motor/somato) pra testar modulação online sem confundir com periferia?
Não sejam “soldados de crença” - Sejam construtores de perguntas
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